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São João cria registo de doentes difíceis de ventilar ou entubar
O Serviço de Anestesiologia do Centro Hospitalar de São João criou um registo informático para os doentes difíceis de ventilar ou entubar e entregou os primeiros 15 cartões que os identificam nesta ou em qualquer outra unidade hospitalar.
A cerimónia de entrega dos cartões a doentes de “Via Aérea Difícil” realizou-se no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Anestesiologia, data indicada para refletir sobre a dificuldade de um anestesiologista em ventilar ou intubar um doente. “Com a criação do registo informático de Via Aérea Difícil, nos últimos 2 anos, foi possível sinalizar doentes de risco e ajustar a abordagem dos mesmos em procedimentos anestésicos subsequentes”, - explicam as mentoras do projeto.
Apesar das complicações associadas ao manuseio da Via Aérea serem raras, “estão associadas a uma alta morbilidade e mortalidade, sendo que a situação mais dramática surge na situação doente que “ não se intuba e não se ventila a qual está associada a 25% das mortes intraoperatórias associadas à anestesia”, esclarecem as anestesistas.
Os cartões servem como identificação para um “cadastro eletrónico que permite registar os antecedentes médicos, anestésicos e cirúrgicos através de relatórios em PDF. Nestes relatórios constam a abordagem da via aérea realizada pelo anestesiologista responsável”, explicam.
“Sempre que o doente der entrada neste hospital, ou em qualquer outro hospital nacional, deve apresentar o cartão que o identifica como portador de Via Aérea Difícil – o que vai permitir o acesso aos seus dados clínicos e facilitar a informação sobre a sua dificuldade em intubar ou ventilar o paciente e, portanto, permitir um tratamento melhor e mais eficaz”.
O Serviço de Anestesiologia do CHSJ iniciou em 2012 um registo eletrónico de todos os episódios de Via Aérea Difícil e o objetivo futuro é “continuar a investir na identificação de situações de risco, associado à aquisição de novas competências e formação dos futuros profissionais”, rematam.

