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Medicina Nuclear

Medicina Nuclear

Data de Criação - 1999

Diretor de Serviço - Jorge Pereira

 

Missão

Prestação de cuidados, em tempo útil, na área da Medicina Nuclear ao Centro Hospitalar de São João (CHSJ) (internamento e ambulatório).
Realização de trabalho extra relacionado com o apoio à Investigação Clínica do CHSJ e da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Apoio à formação pré e pós graduada enquadrando-a nas limitações físicas do Serviço, bem como, na divulgação das valências aqui realizadas (Cardiopneumografia - ESTS; Estágios parcelares obrigatórios em Cardiologia Nuclear – Internos de Cardiologia e Medicina Nuclear – Densitometria Óssea – Internos de Radiodiagnóstico).

 

Objetivos (3 anos)

Daqui a 3 anos o Serviço de Medicina Nuclear, apenas com o investimento atualmente em adjudicação (câmara gama em fase de conclusão de aquisição) terá disponibilizada tecnologia de ponta, com uma melhoria técnica dos resultados apresentados, podendo ainda haver alguma capacidade residual para realização de exames ao exterior, com as mais-valias que daí advirão. Haverá, ainda, a possibilidade de um acréscimo de produção científica na área de Investigação Clínica (de momento encontram-se em fase de aprovação as inscrições para doutoramento das Doutoras Maria Teresa Faria e Ana Cristina Oliveira, estando em fase de conclusão a tese da Dra. Elisabete Martins (Serviço de Cardiologia) com parte do trabalho efetuado no nosso serviço (“Atividade Adrenérgica Cardíaca, avaliada por 123I-MIBG, nas formas precoces de miocardiopatia dilatada familiar.”).

Neste contexto o serviço manterá, apenas capacidade formativa parcial em Medicina Nuclear perdendo, definitivamente, as referências em PET-CT e Terapêuticas de Internamento. Neste último aspeto, e sabendo que surgem 500 novos casos de carcinoma diferenciado da tiróide (que representam cerca de 5% de toda a patologia Oncológica no CHSJ), a perda desta valência, parece-nos muito significativa.

Conforme anexo do inventário da aparelhagem atualmente à nossa disposição, o serviço de Medicina Nuclear está equipado com aparelhagem, alguma da qual, já ultrapassou vários períodos de vida útil, estando completamente reintegrado; assim o investimento em tecnologia é obrigatório. Daqui a 3 anos será desejável, diria mesmo, fundamental, que o serviço possua já implementadas as valências de PET-CT e as Terapêuticas, as quais representam cerca de 50% de toda a atividade de um serviço de Medicina Nuclear num hospital terciário como é o caso da nossa instituição, sendo que são valências em fase de crescimento de utilização na área da Oncologia, pelo que nos parece legítimo o desejo de as ver preenchidas. Os planos de aproximação financeira, serão descritos mais adiante.

A concretização desta expansão constitui um desiderato estratégico para o CHSJ e para a Faculdade de Medicina da U. Porto, para os quais se pretende a melhor tecnologia, a fim da obtenção do respetivo mérito científico e referenciação de doentes.

A atual direção de serviço colocará todo o seu empenho, pessoal e profissional, na obtenção dos objetivos aqui propostos.