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Centros de Responsabilidade Integrados

Os Centros de Responsabilidade Integrados (CRI’s) são estruturas orgânicas de gestão intermédia, dependentes dos conselhos de administração das entidades públicas empresariais do SNS, que têm autonomia funcional e que estabelecem um compromisso de desempenho assistencial e económico-financeiro. Os principais objetivos dos CRI’s são: assegurar o desenvolvimento das melhores práticas clínicas centradas nas necessidades dos utentes, adaptando a organização interna das entidades do SNS a formas de gestão eficiente; fomentar processos de governação clínica que contribuam para a melhoria continua da qualidade dos cuidados prestados no SNS; aumentar a acessibilidade e os tempos de resposta do SNS aos cidadãos; rentabilizar a capacidade instalada na rede pública do SNS; promover a autonomia, o envolvimento e a responsabilização dos profissionais na gestão dos recursos, incentivando-os a desenvolver, exclusivamente, a sua atividade no SNS; aumentar os níveis de produtividade e de satisfação dos profissionais do SNS, associando a atribuição de incentivos institucionais e financeiros ao desempenho efetivamente alcançado (portaria 330/2017).

Tendo por base a portaria 330/2017 de 31 de outubro 2017, e a portaria 71/2018, o Conselho de Administração do CHUSJ, aprovou a criação do seguinte Centro de Responsabilidade Integrado:

Centro de Responsabilidade Integrado de Obesidade (CRIO)

A política de qualidade em torno dos Centros de Responsabilidade Integrado rege-se pelos seguintes pontos:

a) Integrar, na sua constituição, equipas multidisciplinares experientes e altamente quali­ficadas na sua área de atuação;

b) Possuir estruturas e equipamentos altamente especializados, que devem estar prefe­rencialmente concentrados;

c) Garantir que os serviços e cuidados são prestados de acordo com os mais elevados pa­drões da qualidade, em conformidade com a evidência clínica disponível e com as normas clínicas nacionais em vigor;

d) Possuir competências nas áreas de ensino, formação, investigação, constituindo-se como agente da inovação, nomeadamente na transferência ao tecido produtivo dos resul­tados da sua investigação;

e) Promover os mecanismos necessários para uma articulação eficiente com outras unidades de saúde, nacionais e internacionais.

f) Divulgar pública e periodicamente os resultados da sua atividade.